Para empresas com quatro ou mais unidades

Você já pagou por ferramenta que ninguém abriu.

Eu faço o seu gerente e você renderem mais. Arrumo a sua operação por dentro e ponho uma pessoa formada por mim do lado dele — ela não entra na sua folha.

Agendar a primeira conversa

Sistema, aplicativo, licença nova todo ano: cada compra chega com um login a mais e nenhuma pessoa a mais para usar. E o seu gerente toca mais unidade do que quando foi contratado.

O problema

Você abriu unidade. O seu gerente continuou sendo um só.

Conciliar.

O mês não fecha como rotina, fecha como corrida. Multa de boleto, taxa de antecipação, licença cobrada em duplicidade.

Arraste ou use as setas para marcar o dia do mês.

Comunicar.

O que a sua operação combina com cliente e fornecedor está em aparelho que não é da empresa, sem histórico e sem supervisão. Se essa pessoa sair amanhã, o combinado sai com ela.

Achar.

Drive cheio, WhatsApp cheio, e-mail cheio, e alguém refaz o orçamento que já estava pronto porque não achou o primeiro.

Ver o que está sendo comunicado e ter o mês fechado depende de alguém coletar o dado todo dia. Esse alguém é o seu gerente — e enquanto ele não dá conta, a decisão sai no feeling.

Dado, por toda parte. Decisão, em lugar nenhum. Não é falta de sistema — é falta de ordem.

O que muda

O que muda na sua mesa.

Fechar.

O mês passa a fechar em dia, com a fonte de cada número atrás dele. Você para de descobrir no fim do mês o que já tinha acontecido no começo.

Enxergar.

O que a sua operação combina com cliente e fornecedor passa a ter histórico e a pertencer à empresa, não ao aparelho de quem atendeu.

Decidir.

Quando você pede um número, ele chega. A conversa sobre a unidade passa a ser sobre o que aconteceu, e não sobre o que cada um lembra.

Ilustração · o que entra e o que sai

O que a operação despeja — WhatsApp, extrato, maquininha, boleto e arquivos — passa pela pessoa e pelo ambiente da Resolve e volta com nome de efeito: mês fechado, histórico da empresa e número na mão.

É isso que eu vendo. O resto — quem entra, o que faz e como cobra — é o caminho até aqui.

A troca

O que eu não te vendo.

A ferramenta que prometia resolver, você já comprou — mais de uma vez. O que eu ponho na sua operação é o que nunca veio na caixa.

O que te venderam até hoje O que entra comigo
Mais uma licença, mais um login no lugar, Um ambiente montado sobre o que você já usa
Um curso de prompt para o seu gerente no lugar, Uma pessoa formada por mim, do lado dele
Alguém avulso, para se virar sozinho no lugar, Um rito semanal, com relatório na sua mão
Não existe um software que resolve tudo Por isso a Resolve.

A carreira

Existe uma carreira que não passa por virar chefe.

Na tecnologia descobriram cedo que obrigar o melhor técnico a virar gerente perdia duas vezes: perdia-se um ótimo técnico e ganhava-se um gerente mediano. Então abriram outro caminho, em que a pessoa sobe pelo tamanho do problema que resolve, e não pelo tamanho da equipe que comanda. Lá fora esse profissional tem nome — high-impact individual contributor — e chega ao topo sem nunca ter comandado ninguém.

Fora da tecnologia isso quase não existia, porque uma pessoa sozinha não dava conta do volume. Passou a dar. É essa pessoa que eu formo.

Diretor de multinacional tem braço direito. Dono de holding tem. O gerente que segura quatro empresas não tem — e é ele quem aperta o botão que gera o seu número.

A pessoa

O seu gerente precisa do meu operador de IA.

Não é um sistema, é gente. Uma pessoa formada e contratada por mim, que responde por resultado e não por hora, alocada como braço direito do seu gerente dentro da sua empresa. Não entra na sua folha e não ocupa cargo seu: quem manda continua sendo o seu gerente.

O que ela faz.

Puxa extrato, maquininha e boleto, aponta o que não bateu e o que foi cobrado a mais, organiza com o seu gerente o WhatsApp da operação.

Como ela chega.

Pelo WhatsApp que o seu gerente já usa, por escrito ou por voz: o pedido entra como conversa e volta resolvido. Quem configura e mantém é ela, não ele.

Rito.

Semanal com o seu gerente, relatório mensal na sua mão. Ela lê e exporta dos seus sistemas: não altera lançamento e não apaga registro.

O método

Antes de mexer em qualquer coisa, eu meço o seu mês.

Medir.

Uma sessão com você e uma coleta na sua operação. Você recebe um documento com a sua perda mensal em reais e a fonte de cada número. Esse passo tem preço fechado e é abatido do que vier depois.

Ligar.

Pense em intérprete: os seus sistemas não conversam entre si, e você não vai trocar todos eles. Eu ponho um intérprete no meio. Na prática, subo o ambiente sobre os sistemas que você já usa, com acessos de leitura e exportação no seu nome, que você revoga quando quiser. O WhatsApp da operação ganha histórico e supervisão, com permissão escrita de quem usa o aparelho, combinada em contrato antes de ligar.

Operar.

A pessoa entra do lado do seu gerente. Eu cobro uma parte fixa e, se a sua perda foi medida antes da minha entrada, uma parte sobre a economia comprovada. Sem essa medição, fica só o fixo.

Ilustração · fechamento do mês

6 lançamentos sem conferência
03/06 Recebimento de maquininha, unidade centro 18.420,00
07/06 Multa e juros, boleto de fornecedor em atraso 1.284,60
11/06 Taxa de antecipação, adquirente 3.907,15
18/06 Cobrança duplicada de licença de sistema 2.156,00
24/06 Repasse entre unidades, sem contrapartida 9.750,00
29/06 Diferença de recebível não identificada 2.799,40
Lançamentos sem explicação R$ 6.240,00

Você disse dia --. Aqui o mês fecha dia 05.

Você disse dia --. Então a sua data já está boa — o que falta é a fonte de cada número atrás dela.

Ilustração do método. Os valores e o dia de fechamento são exemplo: não são resultado de cliente nem prazo contratado.

Não é projeto de consultoria e não é sistema para você assinar.

Por onde começar

Você não precisa contratar tudo de uma vez.

Dá para abrir por uma frente só, com escopo fechado e resultado que você confere, e decidir o resto depois de ver o que saiu.

Conciliação.

A conciliação assistida confere extrato, maquininha e boleto todo dia. O que não bateu e o que foi cobrado a mais chega apontado por escrito, com a fonte de cada número.

WhatsApp.

A supervisão dá histórico ao que a sua operação combina, com permissão escrita de quem usa o aparelho, combinada em contrato antes de ligar.

As duas servem ao mesmo fim: chegar com o terreno medido no dia em que a pessoa entra do lado do seu gerente. Qual delas abre depende do que a medição do seu mês apontar.

A data de entrada não sai daqui. Ela sai da vaga que abre na minha agenda, e eu digo qual é antes de qualquer proposta.

Para quem isso é.

Empresa com quatro ou mais unidades, em alimentação, wellness ou construção civil, e com gerente na operação: sem gerente não existe a quem alocar a pessoa que eu formo.

Eu não vendo software sob medida, não implanto sistema de terceiro como projeto principal, não mexo em venda nem em marketing e não prometo resultado de faturamento. Eu atuo na entrega, não na demanda.

Se não encaixar, eu falo na primeira conversa e não mando proposta.

Em que dia o seu próximo mês vai fechar?

Se a resposta, hoje, é "não sei", a primeira conversa é por onde se começa.

Todos os campos são obrigatórios, menos os marcados como opcionais.

Todos os campos são obrigatórios, menos os marcados como opcionais.

Quem responde sou eu, o Robertinho, dono da Resolve, em até um dia útil. A primeira conversa é para eu entender a sua operação e te dizer se encaixa: não é apresentação comercial e não te custa nada. Se encaixar, o passo seguinte é o diagnóstico, que tem preço fechado e é abatido do que vier depois.

A data de início sai da vaga que abre na minha agenda, não da assinatura do contrato. Se não houver vaga aberta, eu digo na primeira conversa e te aviso quando a próxima abrir.

Prefere mandar direto?

A mensagem pronta pergunta o mesmo que o formulário. Copie, complete e me mande no WhatsApp.

Isso não é só ChatGPT?

Ferramenta não é o que falta. O que se contrata é a pessoa que opera, o ambiente ligado aos seus sistemas e o rito toda semana.

E se o meu gerente não usar?

Não há tela nova para ele abrir. A conversa chega no WhatsApp que ele já usa, e quem configura e mantém é ela.

Meu contador já cuida disso

O contador fecha o que recebe. Conferir extrato, maquininha e boleto todo dia, antes de mandar, continua sendo trabalho da sua operação.

Permissão no WhatsApp

A supervisão só liga com permissão escrita de quem usa o aparelho, combinada em contrato antes de ligar.

Dá para contratar só uma parte?

Dá. A conciliação assistida e a supervisão de WhatsApp têm escopo fechado e resultado que você confere, e o resto você decide depois de ver o que saiu. A data de entrada sai da vaga que abre na minha agenda, e eu digo qual é antes de mandar proposta.

Agendar a primeira conversa